terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Dos bens não-cotidianos.

Unhas vermelhas, vestido, cores, música cubana, cinema à tarde. Mojito, rosas vermelhas, damasco, dirigir à noite, a chuva da rede. A compreensão dos diálogos, a simplicidade, a tolerância, o humor despretensioso, as relações verdadeiras. O relógio estancado numa declaração de amor, o beijo, as roupas espalhadas.
O mundo como um jogo contagiante de frescobol - e não como a partida final de um torneio de tênis.