quinta-feira, 30 de julho de 2009

Das coisas que não têm preço.

Bel Garcia é uma graça, tem a voz suave (mas forte!) e afinada, cara de menina. Tem toda a personalidade do mundo para fazer covers ao melhor estilo Cat Power em versão cabaré e, como se não bastasse, conta com um quarteto de jazz sensacional como banda de base: À Deriva, formada por Daniel Muller (piano), Beto Sporleder (sax), Guilherme Marques (bateria) e Rui Barossi (contrabaixo). Com essa rapaziada toda, a moça encarna a persona de Blubell e paralisa qualquer um com versões de chorar no cantinho, como a de "Love Me", de Elvis Presley.

Mas ontem, embora o show da cantora no Studio SP tenha sido gratuito - fez parte do projeto Cedo e Sentado, que acontece em dias alternados, às 21h, no espaço da rua Augusta -, o que não teve preço foi assistir a tudo isso ao lado da Baby do Brasil, que estava lá para ver a nora no palco (Bel Garcia é casada com Pedro Baby, guitarrista). E eu nem gosto dessa coisa de ser tiete nem nada, mas Baby do Brasil, supersimpática, ao meu lado, é muita covardia.

Isso, sim, não teve preço.