quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Houston, we have a problem.


Estou no momento tratando de negócios de gente grande: aprendendo a lidar com os sentimentos ruins desencadeados pelo fato de uma lavadora recém-desembalada não funcionar; a agir com naturalidade ao ver o saldo no extrato bancário; tentando sobreviver ao atraso na entrega do aspirador de pó enquanto os ácaros festejam a olhos vistos no carpete; a lidar com lan-houses para entregar trabalhos enquanto vivo na era da pedra lascada no novo lar, doce lar; e pensando em como sobreviver a tudo isso, carregando no peito o bordão de que o importante neste mundão de meu Deus é o amor bonito que bate no peito.
Vou ali procurar um pai de santo, Jesus Cristo ou um psicanalista charlatão que diga tudo o que eu gosto de escutar. Se eu sobreviver, eu volto.