domingo, 2 de maio de 2010

Meu herói.

Enquanto eu sou uma espécie de Rocky Balboa na fase decadente - ex-jogadora de vôlei, atual sedentária com ares de saco de cimento ladeira abaixo (no eye of the tiger anymore) -, meu pai, aos 63 anos, continua participando de corridas e maratonas por aí, ganhando medalhas e prêmios e enchendo a família de orgulho (alguém precisa fazer o trabalho nobre, Brasil).

Foi o que aconteceu ontem, dia em que fui corujar meu herói (desculpe se você não tiver um pai fofo com o qual se deslumbrar) na 12ª Corrida de Pedestres de Jundiaí, na qual ele ficou em terceiro lugar em sua faixa etária (60-64 anos), deixando esta filha aqui toda pimpona.

Meu pai, obviamente, é o mais bonito da foto - o galã de boné azul claro e corpo atlético - e é toda a ternura que há neste mundo. Meu herói, sempre.