quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A regra quer a morte da exceção.

Sexta-feira fui à 29ª Bienal de Artes (SP) com o Lelo e, entre meia dúzia de obras realmente bacanas e outras tantas ao melhor estilo disfarcei-falta-de-criatividade-com-surrealismo, vi um vídeo do Godard, esse farsante que tirou foco de cineastas realmente talentosos da Nouvelle Vague, como Rohmer, por exemplo.

Achei o vídeo surpreendente porque consegue algo inédito na obra do francês: ser (muito) bom sem ser pedante ou desconexo.

A quem se interessar, segue (com legendas em português):