segunda-feira, 7 de março de 2011

Fica, vai ter febre.

Minha participação no carnaval deste ano representou pausa de qualquer atividade remunerada e/ou intelectual até quinta-feira e amplo desfrute e desenvolvimento de atividades que envolvam pouca ou nenhuma movimentação, o que implica a formação de dreadlocks involuntários na cabeleira, unhas à Mojica e convites para sessões de filmes bizarros no conforto de minha adorável e desarrumada cama de molas quebradas. Pra completar, uma insistente temporada de febre, garganta inflamada, mau humor, intolerância a qualquer manifestação vocal que ultrapasse 65 decibéis e planos de visita à Islândia no próximo fevereiro.